domingo, 19 de julho de 2009
Mais uma da Danuza Leão
Confesso que eu não sei o que é mais feio, o artigo ou a autora.
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Madame diz que a raça não melhora
Da Folha
Danuza Leão
DANUZA LEÃO
A fome
Está mais do que na hora de lei limitar a dois o número de filhos, e quem ultrapassar não ter mais Bolsa Família.
SEGUNDO A ONU, vai a 1 bilhão o número de pessoas que passam fome no mundo; pois nem assim o governo Lula ataca com seriedade (nem sem) o problema do controle da natalidade. Sem esse controle, mais e mais gente nasce, e em alguns anos o bilhão vai se transformar em 2, 3, 4 bilhões. Quanto mais pobre é o país, quanto mais pobre a região do país, mais ignorante é a população, que, sem uma orientação para valer, vai continuar fazendo a única coisa que sabe: procriar.
Comentário [do Nassif]
Isso que dá quando o parajornalismo de variedade se mete a opinar sobre tudo. A taxa de natalidade do país está em queda livre faz anos, justamente por conta das melhoriais sociais e dos programas de planejamento familiar oferecidos a famílias que podem escolher. Um dos grandes trunfos do país para as próximas décadas é a questão demográfica, justamente devido à redução do tamanho das filhas pobres.
E a Danuza, defensora dos modelos liberais, propõe um controle chinês sobre as famílias pobres.
Bom, como dizia Janet de Almeida, “prá que discutir com madame”:
Madame diz que a raça não melhora / que a vida piora / por causa do samba /. Madame diz que o samba é pecado / o samba, coitado / precisa acabar.
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Desmascarando os articulistas do Noblat
O articulista Ruy Fabiano, sugere como tese central em seu artigo, que o presidente Lula, se pressionado ou ameaçado pela oposição diante da “Crise” (Crise? Que crise? Qualquer crise) do Senado porá seu “bloco” na rua. Este “bloco” é um conjunto de movimentos sociais legítimos (MLST, MST, UNE, etc.).
Segundo Fabiano, os movimentos mencionados foram aparelhados e financiados pelo governo federal, durante a gestão Lula, hoje estão distantes do seu propósito e servem prioritariamente para corrupção e subserviência ao governo.
Senão vejamos no texto...
(...)A presidente da UNE, Lúcia Stumpf, insiste em dissociar o apoio [ao governo] ao fato de que a entidade é financiada pelo governo federal – algo que não ocorria no passado. Mera coincidência, claro.(...)
Além desta grave acusação sem qualquer prova, há ainda a clara tentativa de censurar a livre escolha da entidade acerca de seu apoio na eleição presidencial do ano que vem. O autor acha anormal a UNE apoiar a ministra Dilma desinteressadamente, e que o mesmo foi comprado a partir do repasse das verbas.
(...) e entoou loas à candidatura de Dilma Roussef (...)
Será que alguém acharia normal a UNE apoiar a candidatura de José Serra? Só o articulista do Noblat mesmo.
Na sequência, ele critica o presidente Lula por ter dado um abraço e elogiado o ex-presidente Fernando Collor. Ora, mas se o Collor somente virou presidente graças a atuação do veículo em que ele escreve (Organizações Globo). Ele poderia fazer um artigo criticando a família Marinho pelo apoio ilegal dado da campanha de 89.
Ainda sobre o assunto Collor, é importante esclarecer que não houve qualquer elogio por parte do presidente Lula. Ele apenas agradeceu o apoio que vem recebendo no Senado, quando do debate dos temas de interesse do governo. Quem tiver dúvidas, basta clicar aqui para assistir ao vídeo.
(...)que lhe permite extravagâncias como a de abraçar e elogiar Collor(...)
Até aqui, o que vemos é uma enxurrada de argumentos mentirosos. O Ruy Fabiano recorre a mentiras para sustentar sua tese.
Mas não para por aí. Se quisermos comparar o potencial inflamável dos “blocos” que nossos políticos podem colocar na rua, precisamos fazer uma distinção de lados e, em seguida, de valores repassados.
Será que o potencial econômico e de influência na sociedade do “bloco” do Lula, é maior que o “bloco” da oposição?
Este último é formado pela Editora Abril, Folha de S. Paulo, Estadão, Globo, Istoé, Zero Hora, entre tantos outros.
Realmente, Bruno, não vão conseguir!!!
sábado, 18 de julho de 2009
Artigo publicado no Noblat deturpa fatos e mente descaradamente
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Miriam Leitão e o discurso do medo
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Miriam se contradiz e não argumenta com dados
quarta-feira, 15 de julho de 2009
José Serra descobre o engarrafamento
Os paulistanos reclamam com razão do trânsito de SP. Pois acreditem: fiquei 1h30 engarrafado em Paris. Sexta-feira aqui vira um inferno.
2:30 PM Jul 10th from web
Ou seja, ele precisou ir à Paris para descobrir que existe engarrafamento em SP.
Ainda bem que, segundo o Paulo Henrique Amorim, o Vesgo do Pânico tem mais chance de ser eleito presidente do que ele.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Mais uma do Noblat (e de O Globo)
Em princípio, o Palácio não tem o que temer (CPI da Petrobras): dos 11 senadores da comissão, oito são da base governista, mais do que suficiente para controlar os trabalhos e conter a legítima curiosidade dos oposicionistas em conhecer a intimidade da administração da estatal, convertida na era Lula em símbolo do aparelhamento seja por razões de fisiologia político-partidária, por ideologia pura e/ou afinidades entre companheiros militantes sindicais.
Entenderam???
A Petrobras que hoje é a mais valorizada empresa nacional (mesmo entre as privadas e as privatizadas) virou um símbolo do que há de mais atrasado no País. Bons tempos da Petrobrax, não???
iFHC: R$ 5,7 milhões para exibir 9 fotos digitalizadas, até agora
O iFHC (Instituto Fernando Henrique Cardoso) conseguiu aprovação do Ministério da Cultura em 2004 (PRONAC n. 045808), para digitalizar o acervo do ex-presidente com incentivos fiscais da Lei Rounet (dinheiro público dos impostos).Com isso captou R$ 5,7 milhões, em empresas que deixaram de pagar esse valor ao Imposto de Renda (legalmente), incluindo a SABESP.
O valor consumido já é quase 5 vezes maior do que usado pela Fundação José Sarney (PRONAC n. 052866) para fazer o mesmo trabalho.
O projeto de digitalização tem prazo para terminar em dezembro desse ano, tendo sido aprovada a captação desde dezembro de 2004.
O iFHC anuncia um futuro portal do acervo em construção, mas passados 4 anos e meio, a digitalização do acervo de FHC que encontra-se disponível na Internet é apenas 9 fotos (até o momento em que esta nota foi escrita - confira no link aqui, e a tela capturada no dia 13 de julho de 2009).
Repetindo: após 4 anos e meio, apenas 9 fotos digitalizadas estão disponíveis para consulta na Internet.
Faltam meses de seis meses para encerrar o prazo.
Nesse meio tempo o dinheiro do iFHC andou circulando pelo Fundo Opportunity de Daniel Dantas (leia nota anterior aqui).
O PRONAC n. 045808 do Ministério da Cultura aponta os documentos pendentes:
- Informar as metas a serem realizadas
- Informar as metas já realizadas
- Informar o nº de dias necessários para realização das metas
Após 4 anos e meio, sem nem mesmo informar metas A SEREM REALIZADAS, e com APENAS 9 FOTOS DIGITALIADAS na internet, o iFHC já pede nova verba de R$ 7 milhões, em novo projeto, para concluir o trabalho (PRONAC n. 091546).
O valor total chegará a R$ 12,7 milhões, caso o Ministério da Cultura não vete esse adicional de R$ 7 milhões.
Conforme já demonstramos (nesta nota anterior aqui) o valor é 10 vezes maior do que o gasto pela Fundação José Sarney.
Noblat e o País sem presidente
Vejam a que ponto chegamos...
"Está vaga a presidência da República"
Neste momento, ninguém responde pela presidência da República. Lula continua no exterior. José Alencar, 77 anos, está anestesiado. Passa por sua 14ª operação no Hospital Sírio Libanês devido a 13 tumores cancerígenos que carrega no corpo.
Na ausência de Lula e de Alencar, o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP) é quem assume a presidência. Não assumiu.
No país onde não há crise no Senado, apenas uma mera divergência, segundo Lula; onde José Sarney nada tem a ver com a Fundação José Sarney; onde o ministro do Meio Ambiente considera normal que a mulher seja funcionária da Câmara dos Deputados e trabalhe ali apenas um dia por semana; e onde políticos dizem abertamente que estão pouco se lixando para a opinião pública; ora, é irrelevante que durante algumas horas a presidência da República fique vaga."

